Dançarinos

Dançavam sempre aquelas pessoas. Braços e pernas se mexendo como molas impulsionadas pela momentânea inconsciência de tudo à sua volta. E era justamente isso que fazia da dança algo sagrado para elas: tudo era esquecido durante aqueles momentos. Suas mentes estavam, pela primeira vez, limpas. E sempre pela primeira vez. Seus pensamentos inexistiam como elemento racional, se reduzindo a instintos guiados pela memória de passos de coreografia. Após o ritual, então, elas não eram mais, nem que somente por alguns momentos, pessoas mesquinhas e desncontentes; pois elas haviam acabado de fazer o que todos deviam fazer todos os dias: homenageado a vida com sinceridade, sem hipocrisia.
Evandro Ferreira de Sousa - Integrante Memorável

Abaixo, estão os integrantes do Grupo Abalo em ordem alfabética, cada um com sua devida visão particular do StreetBeat. É nossa intenção disponibilizar, no fututo, informações adicionais que permitirão selecionar dançarinos através da Internet.

Ana Carolina Maroclo
<<< O Street para mim é a maneira mais gostosa, mais fera, mais legal, mais TUDO de bom de me divertir, me descontrair, me soltar. É claro que não é só diversão, ele exige muita responsabilidade, força de vontade e determinação. No Street eu tenho responsabilidades não só com a dança, mas com o grupo, e principalmente para com a coreógrafa Roberta Marques. >>>
Camilla Carnielli
<<< O Streetbeat é sinônimo de força, sincronia e beleza. Quando se trata de um grupo de Street, aí tudo fica mais intenso. O Street passa a ser parte crucial da sua vida, além de buscar a perfeição nos seus movimentos, você passa a buscar o seu aprimoramento como pessoa, para que o convívio com seus colegas sejá o mais amigável possível. >>>
Fabiana Dias
<<< Um dia acordei e vi que estava com uma coisinha no meu coração, doia muito, mas ao mesmo tempo era bom. Aquilo não passava nunca e acho que nunca vai passar. Quando se é contagiado é difícil de sarar. Fui ao médico e ele me deu o resultado dos exames: eu estava contagiada pelo Streetbeat. Graças a Deus eu fui contagiada por isso, porque é simplesmente maravilhoso.>>>
Hugo Francisco
<<< Para mim, o Street é muito mais que uma dança, é até difícil dar uma definição pois corro o risco de restringir em certos aspectos. Quem sabe é, até mesmo, amor? >>>
Leandro Leite
<<< O street é talvez algo muito maior do que somente o relacionamento profissional dos ensaios, é muito maior do que o esforço e a busca pelo aprimoramento técnico. É um trabalho em conjunto onde todos procuram elevar o grupo como um todo. A amizade existente entre os componentes do Abalo transforma cada apresentação numa demontração de prazer e satisfação em estar dançando ao lado de pessoas que realmente se gostam. E é essa energia que contagia o público que serve como combustível para continuarmos evoluindo como dançarinos. >>>
Pedro Magalhaes (Puzzler)
<<< A Dança, de um modo geral tem várias finalidades ou significados. Com o StreetBeat não poderia ser diferente. Através dele, se consegue reduzir o Stress, bem como melhorar a agilidade o condicionamento físico e a coordenação. No entanto, o seu significado vale mais do que qualquer outra coisa. O sentimento de liberdade é tão grande que permite aprender sem perceber; fazer brincando. O StreetBeat para mim, é emoção em forma de música e movimentos. E através dele, as pessoas podem até se relacionar como grupo. Convenhamos. Não existe nada melhor do que isso!!! >>>
Vanessa Silva
<<< Já testei diversas modalidades como natação, hipismo, teatro, tênis e outros, mas o que me tocou profundamente foi a dança. Dança de salão e jazz, foram maravilhosas opções, mas o que me prendeu uma curiosa atenção foi o street beat, devido a velocidade e a belesa de seus movimentos. Eu amo o street, e tento me esforçar ao máximo para obter um bom resultado. Uma atividade se torna boa quando você gosta de fazê-la, e se torna maravilhosa quando você se encontra cercado de pessoas que você adora. Eu me encontro assim! >>>

Grupo Abalo